sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Hello, Cindy.

Ontem fui ameaçada por telefone. Um trote, provavelmente. Fui dormir com isso na cabeça, armei uns planos, pensei em comprar uma faca legalzinha ou spray de pimenta, xinguei o autor da possível ameaça, pensei em ir à polícia rastrear o número. Hoje ninguém me ligou pra ameaçar, e eu esperei o dia todo como quem espera o namorado ligar no dia seguinte. Sinto-me tão... Insignificante.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

03:30

A grande diferença entre mim e Bukowski é que ele sabia ser um merda direito.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Boa noite, Leandro.

Eu amo.
O quê?

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Analisando a novela da oito.

Depois de uns bons anos sem assistir novela alguma sou forçada a admitir: assisto "A Favorita" sempre que posso. Essa nova geração de dramaturgos (esse, pelo menos) parece preocupada em fugir dos clichês. Ao invés de fazer o público esperar até o último minuto para descobrir que quem matou fulano de tal era realmente o vilão que tocou o terror a novela inteira, já foi revelado: foi a Flora. Eu fiquei feliz por ter desvendado uma parte do crime, nunca achei que tivesse sido a Donatela. Na cena do banheiro quando a Flora desafia que a outra lhe mate, para mim estava mais que claro quem tinha culpa no cartório. Se querem saber minha opinião, jogada de mestre. Sim, porque agora todos vão assistir à novela alimentando um ódio à assassina sanguinária/mãe desnaturada (aliás, eu também odeio a Lara) e torcendo por justiça. Aqueles que passaram semanas torcendo pela ex-presidiária boazinha se sentem traídos, enganados, burros. A única coisa que prende mais que a curiosidade é a raiva.
Agora, se o negócio é fugir do clichê, espero que ninguém sequestre a porcaria da Lara e que no fim da novela a Flora não morra nem enlouqueça. Aí sim fico surpresa.

Mais algumas considerações:
1- Não é possível que alguém se chame Zé Bob.
2- Não é possível que alguém tenha aquele cabelo.
3- Não é possível que ainda contratem o Iran Malfitano.
4- Não é possível que alguém tenha aquele cabelo (igual ao do Zé Bob).
5- Não é possível que o Flamengo tenha perdido outra vez.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Querido Flamengo,


Estou muito feliz por termos nos aproximado nos útimos anos. Tivemos momentos de alegria, frustração e até de raiva, e agora posso dizer que tudo o que passamos juntos só fez aumentar meu amor por você. Entendo que a compreensão é a base de todo relacionamento, e, assim espero que tenha me perdoado pelos jogos que antigamente eu ignorava para assistir outras coisas e por nunca ter ido ao Maracanã, quero que saiba que te perdoei pelos vexames como a partida contra o America na Libertadores, pelo escândalo com as garotas de programa e até pelo flagra do Ronaldo com os travestis - sei que não foi culpa sua, mas ouvi muito desaforo das outras torcidas depois do ocorrido. Então, Fla, o que sinto por você é muito forte e é por isso que escrevo, para evitar futuros desentendimentos. Para que nosso amor dê certo é necessário que cada um faça sua parte: a minha é torcer, a sua é jogar. Pois bem, há quatro jogos, se não me engano, que eu sento em frente à televisão, assisto o jogo inteiro, torço, xingo... Mas a troco de quê?! O que peço é simples: pare de me envergonhar, cacete.


Beijos, Helena.

sábado, 26 de julho de 2008

Será que isso são horas de tripudiar?


"E quando seu bem-querer dormir, tome conta que ele sonhe em paz como alguém que lhe apagasse a luz, vedasse a porta e abrisse o gás."

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Top 10 - Empregos dos meus sonhos.

1- Astronauta
2- Cineasta
3- Médica
4- Chef de cozinha
5- Garçonete de cruzeiros pelo mundo
6- Jogadora de basquete
7- Atendente de locadora
8- Barwoman (ou o que quer que seja o feminino pra barman)
9- Instrutora de asa delta/paraquedas/para pent (?)/ bungee jump
10- Fotógrafa

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Saudade da minha (outra) casa.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

zzZzzZZZzzZz

Meu último post foi meio imaturo, admito, mas eu não podia privar meus (três, no máximo) leitores de uma piada tão boa.
Pra me redimir, vou escrever sobra alguma outra coisa. Meu braço esquerdo dói como nunca doeu antes. Malditas aulas de baliza sem direção hidráulica.
Como esse assunto de braço doendo não rende vou contar uma coisa quase tão interessante quanto:
"No Rio de Janeiro a gente não dorme, desmaia de cansaço." - Luizinho na primeira vez que dormi em sua casa.
Maior verdade não há. Eu posso afirmar com toda a convicção do mundo que NUNCA dormi as tais oito horas recomendadas enquanto estava no Rio. Nunca mesmo. Ia dormir, no mínimo, às quatro. Às vezes dormia quando já passava das oito da manhã. E não perdia a hora da aula, pasmem. Agora, desde que vim passar as férias em casa durmo umas doze horas a cada noite. DOZE! Isso nunca me aconteceu. E tenho sono (estou com sono) toda noite. E todo dia também. Toda hora, talvez. Seria o frio? A falta de prédios pra ficar olhando de madrugada? Cansaço pelas aulas de direção? Freud explica.
E eu vou dormir.

terça-feira, 15 de julho de 2008

vaquinha.


- Vamos fazer uma vaquinha?
- Vamos!
- Eu dou o chifre.
- Eu dou o rabo!

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